
A executiva nacional do Partido Progressista Socialista (PPS) decidiu intervir no diretório municipal em Livramento, depois que o fundador da agremiação Braz Alexandre Anastácio foi destituído do cargo, pela deputada Gilma Germano. Braz, que comanda a legenda desde o início da década de 90, foi novamente conduzido a função, por determinação do presidente nacional, o deputado federal em São Paulo, Roberto Freire.
Roberto considerou que o fundador da legenda não poderia ser tratado com indiferença e desrespeito pela executiva estadual. Além do deputado Roberto, Braz Anastácio foi recebido pelo presidente estadual do partido em Pernambuco, Raul Jungmann, e o secretário geral do PPS no Paraná, Rubens Bueno, os quais foram informados das suas pretensões políticas. “Estive com eles nos dias 9, 10 e 11 de dezembro, em São Paulo, onde foi realizado o XVII congresso do PPS, e disse que tinha pretensões políticas em Livramento, disputando as eleições pelo PPS. Porém, havia sido destituído, o que me impediria de seguir em frente”, lembrou.
A partir daí, os líderes do Partido Progressista, determinaram ao presidente estadual, José Bernardino, que o reconduzisse ao comando do diretório em Livramento. “Eles sabem do meu compromisso com o PPS, sabem que sou o fundador, juntamente com o meu pai Aristides, e a vereadora Socorro Sousa, e entenderam que eu deveria continuar a comandar o partido, já que quero também me candidatar ou para vereador, vice-prefeito, ou mesmo tentar disputar o pleito ao cargo de prefeito. Queremos crescer com o partido”, disse Braz Anastácio.
O nome dele já está no site do Superior Tribunal Eleitoral (TSE) como presidente do diretório em Livramento.
Ele revelou que irá convocar o diretório e realizar novas eleições para os quadros do PPS em Livramento. “O partido quer seus representantes disputando cargos, e estou convicto de que podemos buscar esse objetivo, dentro da ideologia que o PPS sempre defendeu”, declarou.
Deolho
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